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O Que Ocorreu Com Stephen Hawking?


A UFscar ( atividades de artes de São Carlos) vai abrir investigação interna pra apurar um provável caso de assédio sexual a uma aluna de doutorado em Sociologia da organização. Na última quinta-feira (11), a aluna postou uma foto no Facebook em que aparecia de cabelos raspados como forma de “protesto” por ter sido “agarrada e beijada” pelo professor. Alunos da faculdade asseguram fazer um feito em repúdio nesta terça-feira (16), às 15h, em frente à reitoria. Junto à imagem, que teve mais de 12 1 mil compartilhamentos pela rede social, a estudante ponderou que raspou os cabelos visto que foi agarrada e beijada duas vezes pelo orientador sem consentimento.


— Passei dois anos assombrada e coagida pelas relações de poder que perpassam as consequências de denunciar o se verificado. A jovem falou que não havia feito a denúncia antes já que temia as decorrências negativas que “recairiam no Programa de Pós Graduação e nos colegas do núcleo de estudos”. Segundo a aluna, o docente, que bem como é seu orientador, a afastou aos poucos dos projetos do núcleo de estudos que ele coordena após ter sido rejeitado. Após extenso influência nas redes sociais, participantes da APG (Agregação de Pós Graduandos) da faculdade protocolaram carta pela reitoria pedindo investigação do caso.


Eles ainda solicitam a constituição de uma secretaria contra assédio aos estudantes e uma secretaria de apoio à mulher. No documento, os estudantes sobressaem que, durante uma reunião, outros alunos prontamente relataram histórias parecidas. — Inúmeros outros discentes relataram casos de assédio na instituição, principlamente no momento em que se trata de representantes discentes que atuam em órgãos colegiados. A Ufscar, em nota, declarou que nomeará uma comissão pra apurar o episódio.


A universidade declarou mesmo quando não suporta assédio, discriminação ou agressão de qualquer tipo. Esse foi o segundo caso de agressão sexual denunciado numa instituição federal em dezembro. No dia 2, a advogada Marina Ganzarolli denunciou um caso de estupro na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Estes relatos começaram a vir a público depois de duas alunas da FMUSP (Escola de Medicina da Escola de São Paulo) denunciarem terem sido estupradas em festas de alunos da associação, em novembro. De lá para cá, o MPE (Ministério Público Estadual) afirmou que tem dicas de oito casos e a Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) abriu uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar as denúncias. A FMVZ (Universidade de Medicina Veterinária e Zootecnia) da USP bem como informou, na última semana, que abrirá investigação para um outro caso de estupro, dessa vez no campi de Pirassununga.


Vários dos entrevistados disseram que recebiam tiros dos 2 lados. E os grupos criminosos não foram apesar de, ficaram onde estavam por causa de senão as algumas gangues iam compreender o território. Portanto os criminosos esconderam as armas, levaram uma existência normal por um tempo e depois voltaram a agir exatamente como antes.


R. Claro, está tudo como era antes. No entanto os militares só têm uma visão limitada da parcela deles da atividade. No Alemão, eles viram que expulsaram os criminosos e ocuparam o território por um tempo. Entretanto é claro que o fracasso do governo em carregar serviços sociais levou ao fracasso geral. P. A incumbência de Paz da ONU no Haiti, chefiada pelo Brasil (Minustah), é tida como bem-sucedida pelas nossas Forças Armadas.


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R. Os militares brasileiros conseguiram manter uma imagem de que suas ações no Haiti estão separadas dos outros contingentes. Eles não assumem responsabilidade Mais dicas estes erros. ]. Nem tudo podes ter sido investigado, claro. atividades de artes https://apostiladearte.com entanto a função militar foi bem-sucedida. As favelas de Porto Príncipe eram dominadas por gangues, e os militares as expulsaram. Neste momento, os militares aceitam que existe um “efeito colateral” sempre que enfrentam o adversário. Eles aceitam que há vítimas civis. Pela possibilidade deles, é um mal obrigatório se eles querem mesmo apagar criminosos.


Isso é problemático do ponto de visão dos direitos humanos, pelo motivo de essas pessoas não fizeram nada, só viviam em áreas dominadas por gangues. P. Quantas pessoas faleceram pela primeira fase de incursões nas favelas de Porto Príncipe? R. Não acredito que existam números oficiais. Os comandantes ratificaram a responsabilidade por outras dezenas de mortes nas operações de 2007. Mas instituições de direitos humanos dizem que muito mais pessoas morreram.


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É penoso atingir o número real. P. Em sua opinião, a Minustah conseguiu efetivamente derrotar as gangues pela capital haitiana? R. Não tenho dúvida que é majoritariamente uma impressão dos militares. Hoje, no Haiti, as gangues criminosas ainda estão lá, mas estão agindo de uma maneira distinto. O que os soldados da Minustah fizeram foi redirecionar a prevalência das gangues em certas áreas durante um direito tempo.


Porém é sendo assim a visão das Forças Armadas: os militares se concentram apenas nas tuas próprias ações, não em ações políticas, que deveriam vir depois. https://slashdot.org/index2.pl?fhfilter=cursos , o fracasso posterior em reconstruir o Haiti não é responsabilidade deles. P. Você encontra que a sabedoria desta operação no Haiti com bem-sucedida é um engano?